Embalagem como serviço

Informe publicitário

Por Gui Brammer *

 

Gui Brammer é CEO da Boomera

* Gui Brammer é CEO da Boomera

O que mede o sucesso de um fabricante de produtos? Vendas. E como as empresas buscam sucesso? Produzindo itens muitas vezes complexos em sua composição, para que sejam difíceis de copiar e possam gerar vantagem competitiva. A lógica é vender mais produtos, e para isso os antigos precisam quebrar ou ficar obsoletos. É o racional da economia linear, na qual fomos educados a pensar e a agir.
Alguns produtos estão conseguindo quebrar essa lógica. Quando se entende qual é a tarefa a ser cumprida, o que se vende é o serviço buscado, e não mais o produto. É a diferença entre comprar um filtro ou pagar mensalmente para ter água filtrada à disposição.
E com as embalagens? Como focar na tarefa que elas precisam entregar para a sociedade – proteger o conteúdo, garantir boa exposição nas prateleiras e viabilizar o transporte, por exemplo, gerando menos resíduos? Como romper com a lógica linear e transformar a embalagem num serviço que ajuda o produto a cumprir seu papel sem se criar um ônus após o descarte?
Não há respostas fáceis ou prontas. Um bom início é pensar de forma integrada no começo, no meio e no novo início – e não no fim – das embalagens.

Mais informações: em@boomera.com.br

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