Export Plastic agora é Think Plastic Brazil

O Programa Export Plastic, criado em 2004, reposiciona sua marca e muda de nome: agora é Think Plastic Brazil. O objetivo da mudança é ampliar internacionalmente a identidade exportadora do País como um dos players mais importantes do mundo na área de transformação de plásticos.

O Programa é fruto de uma parceria entre a cadeia produtiva do plástico (Petrobras, centrais petroquímicas, produtores de resinas termoplásticas e transformadores) e o governo brasileiro, por meio da Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.

A iniciativa tem como objetivos o incremento das exportações de produtos transformados plásticos, a solidificação da cultura exportadora das empresas transformadoras de plástico e o posicionamento do Brasil como player global.

Para conduzir os trabalhos, o INP (Instituto Nacional do Plástico) escolheu a consultoria internacional de marcas focada no desenvolvimento de estratégias de identidade GadLippincott. Na primeira etapa foi feita uma entrevista com os principais públicos que se relacionavam com a antiga marca Export Plastic, desde gestores e associados até compradores internacionais e demais públicos de interesse. Foram identificadas suas percepções sobre o setor, o mercado e o Programa e, posteriormente, criada uma cartela de valores da nova marca.

Chegou-se à conclusão de que o nome precisava identificar a cadeia produtiva e o país de forma mais óbvia. Era preciso definir um posicionamento único, alinhado às possibilidades competitivas da indústria plástica. Foi adotada, então, uma rota de soluções ao importador estrangeiro, que contempla o mix de produtos, a capacidade de adaptação, os serviços e a inovação dos associados.

Além disso, a nova marca precisava ter uma pronúncia fácil, principalmente em inglês. No final, foram identificados sete nomes. Think Plastic Brazil foi escolhido por trazer uma percepção provocativa, sugerindo o Brasil como um player a ser considerado. “O antigo nome só fazia sentido para os brasileiros que exportavam e não para o exterior”, explica Marco Wydra, gerente executivo do Programa. “Queremos que outros países vejam nossa nação como um player competitivo ao se depararem com o nome. A marca é um tom de voz, sugere ao mundo que, ao pensarem em plástico, pensem no Brasil como uma indústria forte, que não deve nada aos principais fornecedores mundiais”, conclui o executivo.

 

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