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Nº 118 - Junho 09


  
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Almanaque

Fatos e curiosidades do mundo das marcas e das embalagens


Para participar das comemorações do décimo aniversário de lançamento de EmbalagemMarca, este mês, Almanaque, uma de suas seções de maior êxito entre os leitores, resgata e atualiza aqui algumas notícias sobre produtos e embalagens apresentadas como novidades em 1999 e que hoje já são história, na condição de “fatos e curiosidades do mundo das marcas e das embalagens”, como é descrito o teor desta última página da revista

 

Foi bom enquanto durou

Lançada em abril de 1999, a cerveja Antarctica Festa (acima) foi a primeira (e por enquanto, única) cerveja brasileira em lata de 237 mililitros. Apesar das apostas da então Cia. Antarctica Paulista no lançamento, o projeto foi descontinuado antes do final daquele mesmo ano, logo depois da criação da AmBev, com a compra da Antarctica pela Brahma. Enquanto durou, a latinha fez a festa: a produção de 5 milhões de unidades, que pelas previsões deveria ficar no mercado por seis meses, foi vendida na metade desse tempo. (EM nº 1, junho de 1999)

 

Breve passagem

Em 1999 a Nestlé inaugurava sua participação no mercado de queijos ralados. A empresa apostava em embalagens individuais com 50 gramas. Os sachês metalizados eram importados da Argentina. Mas a passagem da marca por esse mercado foi breve. O Queijo Ralado Nestlé saiu de linha, e a companhia não lançou nenhum produto similar. (EM nº 1, junho de 1999)

 

Líquido que virou pó

Sucesso nos Estados Unidos e na Europa desde a década de 1980, os detergentes líquidos para roupas não existiam no Brasil até 1999. Foi naquele ano que a Gessy Lever (hoje Unilever) lançou o sabão Omo em versão líquida. Com embalagem especialmente desenhada para o mercado brasileiro, o frasco plástico tinha rótulo auto-adesivo e uma tampa dosadora de plástico flexível, batizada de Flexiball. Apesar dos investimentos milionários, o produto “da bola” foi jogado para escanteio. (EM nº 2, julho de 1999)

 

Mascarada aposentada

Pegando carona na fama de Tiazinha, interpretada pela “modelo e atriz” Suzana Alves, que estava em seu auge há 10 anos, a Skala lançou uma loção hidratante para o corpo em frasco plástico de 200 mililitros, com a personagem no rótulo – devidamente paramentada, com chicote e máscara. Assim como a Tiazinha, aquela embalagem da Loção com Aveia Skala desapareceu de cena. Hoje a empresa acondiciona seus hidratantes apenas em frascos de 120 e de 500 mililitros. (EM nº 4, setembro de 1999)







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