Uma idéia “cabeça”
As pastilhas PEZ são um sucesso de vendas desde 1927, quando foram inventadas em Viena pelo confeiteiro austríaco Eduard Haas usando uma mistura de açúcar e óleo de hortelã. O nome PEZ é derivado da palavra alemã PfeffErminZ, que significa menta (ou hortelã-pimenta). Inicialmente vendida como “confeito de luxo para pessoas ricas”, logo se descobriu que as crianças eram o público-alvo das balinhas. Inicialmente, elas eram vendidas a granel, até que em 1948 a empresa criou o primeiro porta-balas higiênico. A grande idéia da empresa, entretanto, foi criar os porta-balas colecionáveis, com cabeças de personagens conhecidos, em 1955. Papai Noel e Mickey Mouse foram as primeiras cabeças usadas nos dispensers. Hoje, milhares de diferentes porta-balas são atrativos não somente para as crianças, mas também para um número de colecionadores do mundo inteiro.
Cuidado há trinta anos
Primeiro protetor diário de calcinha do mercado nacional, o Carefree comemora trinta anos em 2008. O produto foi aqui introduzido pela Johnson & Johnson – que, a propósito, pavimentou o desenvolvimento do mercado de proteção íntima feminina no Brasil. Na década de 30, a multinacional lançou o primeiro absorvente (o recém-aposentado Modess), e em 1974, o primeiro absorvente aderente, capaz de ser fixado às calcinhas (o Sempre Livre). Na foto ao lado, o produto em 1978.
De papo de boteco a unanimidade
Antes de 1960, havia dois tipos de garrafas de cerveja no Brasil: as verdes e as de cor âmbar. Dizem os boêmios daquela época que as de “casco escuro” eram melhores que as de “casco claro”. Se viesse uma cerveja de “casco verde”, era rejeitada imediatamente pelos experts de plantão nos botecos. Isso porque, diz a lenda, as cervejas fornecidas em garrafas claras tinham qualidade inferior. Uma das primeiras marcas a usar apenas o “casco escuro” foi a Faixa Azul, da Cia. Antarctica Paulista. Depois de o mercado acostumar-se com a referência de que a garrafa âmbar era sinal de boa cerveja, todos os demais fabricantes passaram a envasar suas bebidas nessas embalagens. Tanto que nas propagandas da época, os cascos que apareciam eram sempre os escuros.
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