Fareva e Tubex inauguram oficialmente operações

Ocorreu na manhã desta quinta-feira (28/6), em Itupeva (SP), a inauguração oficial da operação brasileira conjunta da Fareva e da Tubex. As empresas dividem uma fábrica com área construída de 20 000 metros quadrados, localizada em um terreno de 88 000 metros quadrados. A unidade abrigará operações de produção e acondicionamento de cosméticos e perfumes para terceiros, vocações da Fareva, e confecção de tubos (latas) de alumínio para aerossóis, especialidade da Tubex.

O Brasil será o nono país de atuação da Fareva. Criada na França em 1985, a empresa possui 31 locais de produção, conta com 6 500 colaboradores e afirma ter mais de 800 clientes em todo o mundo. Bernard Fraisse, diretor geral do grupo, afirma que o investimento na fábrica de Itupeva seguirá três fases, que deverão estar concluídas em 2014 após o aporte de quase 42 milhões de euros. “Queremos evoluir progressivamente para atingir a capacidade de 400 milhões de unidades por ano em 2014”, declarou o dirigente. A instalação no País tem como principal cliente a Avon, para a qual já são produzidos e acondicionados, desde fevereiro, fragrâncias e outros produtos.

Instalada numa área adjacente à fábrica da Fareva, a Tubex afirma que terá no Brasil capacidade instalada de 80 milhões de tubos de alumínio por ano, calcada em três linhas de produção. A empresa experimentou atraso na entrega dos equipamentos, que ficaram retidos em trâmites alfandegários e deverão ser instalados na próxima semana. “Temos certeza de que o mercado brasileiro de aerossóis tem muito a crescer”, disse o diretor de operações Leopold Werdich. “Traremos uma série de inovações para os clientes, em modelo de negócios, em tecnologia de produção e em acabamento das embalagens.”

Fundada em 1947 na Alemanha, a Tubex tem operações na Rússia, na Áustria, na Polônia, na Eslováquia e na China. Emprega 1 100 funcionários e atua também na produção de bisnagas de alumínio e bisnagas plásticas. Werdich afirma que, por ora, esses dois outros negócios não serão trabalhados no mercado brasileiro. “O foco inicial é aerossol”, delimita.

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